Perfil de la Violencia Sexual contra Mujeres en el Distrito Federal.


Resumen

La violencia sexual es uno de los tipos más degradantes de violación de los derechos humanos, exponiendo a las víctimas a consecuencias extremadamente severas. En 2009, la Ley n.º 12.015/09 introdujo cambios relacionados con los delitos sexuales en Brasil. El título “Delitos contra las Costumbres” pasó a denominarse “Delitos contra la Dignidad Sexual”. El objetivo de este estudio fue trazar el perfil de la violencia sexual contra mujeres en el Distrito Federal entre los años 2015 y 2017. Se realizó un estudio retrospectivo con enfoque cuantitativo utilizando los informes del SICOLA (Sistema de Control de Informes) del Instituto de Medicina Legal del Distrito Federal. En total, fueron analizados 3.392 informes de violencia sexual contra mujeres. Tras el análisis de los datos, se verificó que Ceilândia fue la ciudad con el mayor número de casos, seguida de Samambaia y Planaltina. En cuanto a la prevalencia de violencia sexual, Cidade Estrutural apareció en primer lugar (promedio de 13,43 casos por cada 10.000 mujeres), seguida de Varjão, con un promedio de 13,36 casos por cada 10.000 mujeres. Se concluye que este tipo de estudio es necesario para la elaboración de estrategias destinadas a mejorar la seguridad pública local, así como para ampliar la cantidad de políticas públicas orientadas a la protección y bienestar de las mujeres del Distrito Federal.


Palabras clave

Violência; Estupro; Epidemiologia; Mulheres; IML.
Violence
Rape
Epidemiology
Women
Forensic Medical Institute (FMI)
Violencia
Violación
Epidemiología
Mujeres
Instituto Médico Legal (IML)

Citas

  1. T.C.L. Rocha, J.C.N. Torra, A.C.M. Sobreira, S.M. V. Brasil, I.A. Cavalcante, V.H.M. Alencar. A importância da coleta de material peniano do suspeito em casos de crimes sexuais: Um relato de caso. Revista Saúde, Ética & Justiça. Fortaleza 18, 45-49, 2013.
  2. M.A.F. Gouveia. Comparação de diferentes métodos de análise de manchas de sêmen, em tecidos analisados na rotina forense. 2016. 101f. Dissertação (Mestrado) em Genética Forense do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto, Porto, 2016.
  3. P.J. Abrahão. A perícia do esperma no crime de estupro. Conteúdo Jurídico. Disponível em: <http://www.conteudojuridico.com.br>. Dez. 2014. Acesso em 25 mar. 2018.
  4. J. Drezett, L. Junqueira, R. Tardelli, I.P. Antonio, H. Macedo Jr., M.A.F. Veramatti, R.M. Pimentel, L.C. Abreu. Influência do exame médico-legal na responsabilização do autor da violência sexual contra adolescentes. Revista Brasileira Crescimento e Desenvolvimento humanos 21(2), 189-197, 2011.
  5. B.R.B. Florentino. As possíveis consequências do abuso sexual praticado contra crianças e adolescentes. Revista de Psicologia 27(2), 139-144, 2015.
  6. V.M.P.R. Magalhães, B.C.B.A. Dantas. Crime de Estupro e as alterações com o advento da Lei 12.015, de 07 de agosto de 2009. Revista de Direito Uninovafafi 1(1), 60-74, 2016.
  7. P.B.T. Piza. Análise genética dos vestígios de crimes sexuais. 2012. 81f. Dissertação (Mestrado) em Genética da Pontifícia Universidade Católica de Goiás, Goiânia, 2012.
  8. Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Manual de rotinas. Instituto de Medicina Legal Leonídio Ribeiro. 2014.
  9. S. Vieira. Genética Forense. 2011. 30f. Trabalho de conclusão de curso de Especialização em Genética para Professores do Ensino Médio da Universidade Federal do Paraná, São Paulo, 2011.
  10. Rodrigues et al. Perícia criminal: uma abordagem de serviços. Revista Gestão e Produção 17(4), 843-857, 2010.
  11. B. Hochman, F.X. Nahas, R.S. Oliveira, L.M. Ferreira. Desenhos de pesquisa. Acta Cir. Bras. 20(2), 2-9, 2005.
  12. G.V. França. Medicina Legal. 11ª ed. Rio de Janeiro. Guanabara Koogan, 2017.
  13. C.B. Lima, M.R.S. Costa, G. Lopes. Violência Sexual Infantil no âmbito familiar: perfil do abusador e as consequências psicológicas. Anais do Congresso Científico FAMETRO (CONCIFA) 1(1), 2019.
  14. Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). A Polícia Precisa Falar sobre Estupro. 2016.
  15. D. Cerqueira, D.S.C. Coelho, H. Ferreira. Estupro no Brasil: vítimas, autores, fatores situacionais e evolução das notificações no sistema de saúde entre 2011 e 2014. Revista Brasileira de Segurança Pública 11(1), 24-48, 2017.

Creative Commons License

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.

Derechos de autor 2024 Revista Brasileña de Criminalística

Compartir

Autor(es)